Domingo, 20 de Maio de 2012
Conhecendo o que os insetos causam ao homem, fica evidente que devemos controlá-los. Para controlá-los existem vários métodos, mas comentaremos apenas três;
A metodologia operacional para o controle de Cupins Subterrâneos, através deste sistema inicia-se com;
estudo da infestação, espécie infestante, tempo e locais atacados e outros dados colhidos na vistoria técnica.
estudo da edificação, tipo de estrutura, junto às plantas hidráulica, elétrica, estrutural, e outras.
estudo do ambiente, do solo e de uso da edificação, para definir estratégias de combate.
Conjugando estas e outras informações uma junta de engenheiros agrônomos e florestais, elaborarão o projeto específico de combate a estes insetos para cada imóvel, utilizando as seguintes técnicas integradas;
a – Barreiras de translocação
Para construir as barreiras de translocação, pode ser necessário perfurar paredes e pisos afim de acessar e tratar o solo sob a edificação. As barreiras são linhas contínuas e homogêneas, em todo o perímetro externo e interno da edificação, assim como em todas as áreas de contato das estruturas, paredes, etc., com o solo (terra) e onde houver madeira.
Nesta etapa os produtos e quantidades utilizadas para o tratamento do solo é diretamente proporcional ao tempo que irá manter protegida a edificação. Se utilizada corretamente obteremos de três a cinco anos de controle, portanto é necessário utilizar quantidades corretas e produtos de longa ação residual.
Estas barreiras levarão à morte os indivíduos presentes, e permanecerão ativas contaminando todos os insetos que transitarem por elas, através da ação residual dos produtos, impedindo futuras infestações e ataques às áreas tratadas.

b - Tratamento da estrutura da edificação
Nas estruturas das edificações, existem espaços inacessíveis e imperceptíveis às pessoas, mas que oferecem condições de vida ideal aos cupins subterrâneos fornecendo;
alimentação (ex. madeiras de formas abandonadas),
abrigo (espaços internos na estrutura como, caixões perdidos, lajes duplas, lajes entulhadas, paredes duplas, blocos ou tijolos, chafts de redes hidráulicas, elétricas, gás, etc.),
vias de locomoção e invasão (juntas de dilatação, redes elétricas, hidráulicas, gás, etc.),

Portanto estes insetos se adaptam com facilidade a estas áreas que além de fornecer alimento também os protegem de seus inimigos naturais, atuando como verdadeiras fortalezas.
O tratamento destes espaços visa controlar a infestação e impedir que futuramente estas vias possam ser utilizadas como abrigo, locomoção e invasão.
Utilizamos o método de saturação e impregnação das fibras da madeira, e quando necessário e possível conjugando-os com o de expurgo.
Característica do sistema CIPRAX - SC;